Bem que poderia falar sobre padres, pastores entre outros e a pedofilia, cada caso é um caso, mas vou falar sobre uns “pivetes” que moram na minha rua, e nada de pedofilia, pelo menos por enquanto. A inocência que foi perdida é aquela que tínhamos quando tínhamos a idade deles, entre três e sete anos, quando começamos a correr na rua, jogar bola, pique esconde, policia e ladrão e outras brincadeiras de rua.
Atualmente, esses pivetes só querem dinheiro (aí é que começo a historia do primeiro), esse garoto de uns cinco ou seis anos, ele chega a abrir o berreiro se a avó – isso mesmo ele mora com a avó, o pai largou ele lá – não dá o dinheiro que ele pede, mas não é qualquer choro (birra é um caso sério, nem Freud explica), é um berreiro digno de enterro, daqueles que só vemos em cemitério nestes dias de agonia. A pirraça é grande, bonito era quando ele tinha entre dois e quatro anos, era até aturável.
Por outro lado, outro “gurizinho” que tem uns três anos, xinga todo mundo, de “da puta”, era para ser filho da puta, que é como a PRÓPRIA mãe o chama muita das vezes, com isso ele aprendeu rapidamente, já ouvi caralho, só não ouvi ainda, eu disse AINDA, puta que pariu , vai tomar no cú entre alguns mais, mas com a mãe que ele tem isso não vai demorar muito.
Hoje presenciei uma cena bem interessante, esse menino que é um xingador nato, estava fazendo uma birrinha para entrar no carro do pai e essas coisas que crianças fazem quando querem algo, e um primo talvez um pouco mais novo que ele o chamava de cagão, logo todos o repreenderam, mas o xingador nato, eles gostam mesmo que ele xingue todos.
Ela o xinga e bate nele de todas as formas, acho até que ela é masoquista, com isso o “pimpolho” prefere ficar na casa dos avós – que por sinal moram na mesma rua e de frente para a minha casa – que é o único lugar seguro para ele. Já o pai não é participante, já que trabalha muito, típico pai brasileiro.
Tem ainda um ultimo que já deve ter os seus sete anos, onde a mãe, para variar, batia e xingava, xingava e batia nessa “criatura” até que no ano passado ela teve uma filha, a “coisa mais bochechuda de mamãe”, e esqueceu literalmente o “cabrinha”, agora ela só dá atenção para a menina, nem vejo mais esse menino na rua com antes, hoje são raros esses momentos.
Depois os governantes põem a culpa no Counter-Striker e outros jogos de FPS (First Person Shooter – Tiro em Primeira Pessoa) de serem formadores de psicopatas e assassinos, temos de reavaliarmos realmente os culpados. As famílias
Desculpem-me pelos pelo palavreado.
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