Este ano homenageando o Cordel e o escritor Ariano Suassuna
Saiba mais sobre a feira no site da Câmara do Livro organizadora do evento.
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Este ano homenageando o Cordel e o escritor Ariano Suassuna
PALCO CENTRAL
31 de Agosto
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Este ano homenageando o Cordel e o escritor Ariano Suassuna
Arena Cultural PEDRA DO REINO
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Este ano homenageando o Cordel e o escritor Ariano Suassuna
Auditório ARIANO SUASSUNA
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Café Literário AUTO DA COMPADECIDA
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Este ano homenageando o Cordel e o escritor Ariano Suassuna
Oficina ACAUÂ
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Este ano homenageando o Cordel e o escritor Ariano Suassuna
Para mais informações sobre os ambientes da feira, é so clicar aqui e será redirecionado a pagina do mapa da feira.
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Durante a Segunda Guerra Mundial, grupos de estudos, norte-americanos, desenvolveram planos para o pós-guerra, nos termos do que eles denominaram ser a “Grande Área”, para que a mesma fosse subordinada aos seus desejos.
Cada localidade tinha um fim especifico para os EUA, como as imensas fontes de energia do Oriente Médio, e hoje a gente se pergunta o por que do Bush invadir o Iraque, ele só está seguindo um plano que foi arquitetado a muito tempo. E cada plano de tomar posse de um “pedaço” de cada área era efetuada à medida que as circunstâncias permitiam serem alcançadas.
Cada área específica tinha uma função motriz que guiava as ações futuras. Ao Terceiro Mundo (termo esse que já está ultrapassado) cabia tão somente a exploração de matéria-prima e mercado para os produtos das civilizações capitalistas industrializadas, como declarava um memorando do Departamento de Estado, de 1949. Era para serem explorados para a reconstrução da Europa e do Japão, que haviam sidos ambos destruídos durante a guerra e passaram a ser “supervisionados” pelos norte-americanos.
George Kennan, que era diretor da equipe de planejamento do Departamento de Estado na época, sugeriu que a Europa receberia um estimulo psicológico com o projeto de exploração da África para a sua reconstrução, logicamente ninguém pensou na recíproca desta sugestão de Kennan, nunca ninguém pensou em dar o estimulo para a África explorar a Europa para que ela tivesse esse mesmo estimulo psicológico para o levante da África.
A Guerra do Vietnã, emergiu da necessidade de se garantir esse papel de subordinados, mas os vietnamitas, não quiseram se rebaixar ao posto de escravo, o medo que os norte-americanos tiveram não foi de que eles pudessem atacar e dominar alguma nação e sim fazer com eles servissem de exemplos a outras nações que não aceitariam as imposições vindas dos seus futuros “dominadores”.
Com tudo isso nós podemos tirar que os simples ataques ao Iraque não foi uma mera coincidência de que o Presidente Bush queria tirar o poder do Saddan Hussen, mas sim garantir que ele não viesse a atrapalhar esses planos, mesmo não sendo certo que ele segue esse projeto chamado Grande Área, é bem provável que os ataques a nações de interesse do Estado norte-americano venham a acontecer em breve. Podemos ser os próximos nesta campanha, já que temos o maior berço hídrico do planeta e fonte de matéria-prima para abastecer a industria. Fora a tecnologia do álcool que temos, uma fonte de energia renovável que os EUA não dominam e buscam alcançar para ter mais poder sobre outras nações.
Texto com base no livro: O que o Tio Sam realmente quer, de Noam Chomsky.
Esse é só o primeiro da serie que ira vir com esse tema.
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Todos os grandes estrategistas militares seguiram o mesmo padrão. Aprenderam estratégia, aprendendo primeiro as táticas de guerra. A estratégia segue a tática.
“Não se planeja e depois se procura fazer com que as circunstâncias se ajustem a esses planos.
Procura-se fazer com que os planos se ajustem as circunstâncias. Creio que a diferença entre sucesso e fracasso no alto comando depende da habilidade, ou da sua falta, para fazer exatamente isso.” George C. Patton Jr.
Trechos extraídos do livro: Marketing de Guerra, de Al Ries e Jack Trout
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http://camilamaxi.blogspot.com/
http://www.paradiseofears.blogspot.com/
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